Nasci em 1957 do ventre de Juracy Machado Lino que me fez com Edgard de Almeida Martins, meu pai.
Ele conheceu minha mãe em São José do Rio Preto, quando à trabalho do Partido Comunista Brasileiro esteve nesta cidade do interior paulista e a conheceu.
Uniram-se. E em 1954 nasceu minha irmã Ana Selenita Machado de Almeida em S. José do Rio Preto e eu em 1957 nasci em Presidente Bernardes, também no oeste de São Paulo.
Meu pai nasceu em Severínia, tb interior de São Paulo e minha mãe em Ribeirão Claro no Paraná, mas viveu maior tempo no interior de SP.
Viveram intensa paixão e amor todo o tempo em que estiveram juntos. Sou testemunha, arquivo vivo desta história permeada de nuances incomuns e carregada da mais pura solidariedade humana.
Em doses diárias vou relatar aqui esta do come ao fim sem seguir a lógica tradicional co começo-meio-fim , pois só assim é possível entender e compreender o que será relatado aqui e que seja útil para outras pessoas independente de raça, idade, cor ou classe social ou qualquer outra condicionante,
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
ALZHEIMER NO BRASIL - O QUE E COMO É O DIA-A-DIA DE UM CUIDADOR
Segue aqui um resumo da descoberta do primeiro caso
Alzheimer é uma doença que fruto de pesquisa e estudos do psiquiatra alemão de nome Alois Alzheimer. Nasceu na Alemanha, na cidade de Markbreit. Sua obra "Eine eigenartige Erkrankung der Hirnrinde" traduzido para o português como "Uma doença peculiar (característica, estranha, esquisita) dos Neurônios do Cortex Cerebral" provocou uma revolução na medicina e veio a ser uma de suas maiores descobertas. Ele descreveu o caso da Frau August D. , de 51 anos de idade. A primeira paciente do que veio depois a ser conhecido erroneamente como o "Mal de Alzheimer" ao invés de doença.
Além dos sintomas agressivos e distúrbios de conduta, sua memória estava gravemente comprometida. Havia perdido a capacidade de utilizar alguns objetos de forma correta.
No final depois de cinco anos , a paciente entrou em óbito prostada no leito, com as pernas flexionadas na cama úmida (incontinência urinária ) com úlceras e pneumonia.
A autópsia apresentou atrofia cerebral sem lesões macroscópicas. Alzheimer relatou que ao exame a paciente apresentava declínio progressivo das funções cognitivas, sitomas focais, alucinações, ilusões e compromentimento psico-social.
Os sintomas pioram progressivamente comprometendo as funções mentais superiores. Perde-se mesmo dentro de casa e se esconde com medo de ser assassinada.
Na autopsia tornaram-se visíveis placas neuríticas, novelos neurofibrilares e alterações vasculares.
Alzheimer é uma doença que fruto de pesquisa e estudos do psiquiatra alemão de nome Alois Alzheimer. Nasceu na Alemanha, na cidade de Markbreit. Sua obra "Eine eigenartige Erkrankung der Hirnrinde" traduzido para o português como "Uma doença peculiar (característica, estranha, esquisita) dos Neurônios do Cortex Cerebral" provocou uma revolução na medicina e veio a ser uma de suas maiores descobertas. Ele descreveu o caso da Frau August D. , de 51 anos de idade. A primeira paciente do que veio depois a ser conhecido erroneamente como o "Mal de Alzheimer" ao invés de doença.
Além dos sintomas agressivos e distúrbios de conduta, sua memória estava gravemente comprometida. Havia perdido a capacidade de utilizar alguns objetos de forma correta.
No final depois de cinco anos , a paciente entrou em óbito prostada no leito, com as pernas flexionadas na cama úmida (incontinência urinária ) com úlceras e pneumonia.
A autópsia apresentou atrofia cerebral sem lesões macroscópicas. Alzheimer relatou que ao exame a paciente apresentava declínio progressivo das funções cognitivas, sitomas focais, alucinações, ilusões e compromentimento psico-social.
Os sintomas pioram progressivamente comprometendo as funções mentais superiores. Perde-se mesmo dentro de casa e se esconde com medo de ser assassinada.
Na autopsia tornaram-se visíveis placas neuríticas, novelos neurofibrilares e alterações vasculares.
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