sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Essa história aqui. No Brasil, ás vésperas de 2010.

Nasci em 1957 do ventre de Juracy Machado Lino que me fez com Edgard de Almeida Martins, meu pai.

Ele conheceu minha mãe em São José do Rio Preto, quando à trabalho do Partido Comunista Brasileiro esteve nesta cidade do interior paulista e a conheceu.

Uniram-se. E em 1954 nasceu minha irmã Ana Selenita Machado de Almeida em S. José do Rio Preto e eu em 1957 nasci em Presidente Bernardes, também no oeste de São Paulo.

Meu pai nasceu em Severínia, tb interior de São Paulo e minha mãe em Ribeirão Claro no Paraná, mas viveu maior tempo no interior de SP.

Viveram intensa paixão e amor todo o tempo em que estiveram juntos. Sou testemunha, arquivo vivo desta história permeada de nuances incomuns e carregada da mais pura solidariedade humana.

Em doses diárias vou relatar aqui esta do come ao fim sem seguir a lógica tradicional co começo-meio-fim , pois só assim é possível entender e compreender o que será relatado aqui e que seja útil para outras pessoas independente de raça, idade, cor ou classe social ou qualquer outra condicionante,

ALZHEIMER NO BRASIL - O QUE E COMO É O DIA-A-DIA DE UM CUIDADOR

Segue aqui um resumo da descoberta do primeiro caso

Alzheimer é uma doença que fruto de pesquisa e estudos do psiquiatra alemão de nome Alois Alzheimer. Nasceu na Alemanha, na cidade de Markbreit. Sua obra "Eine eigenartige Erkrankung der Hirnrinde" traduzido para o português como "Uma doença peculiar (característica, estranha, esquisita) dos Neurônios do Cortex Cerebral" provocou uma revolução na medicina e veio a ser uma de suas maiores descobertas. Ele descreveu o caso da Frau August D. , de 51 anos de idade. A primeira paciente do que veio depois a ser conhecido erroneamente como o "Mal de Alzheimer" ao invés de doença.

Além dos sintomas agressivos e distúrbios de conduta, sua memória estava gravemente comprometida. Havia perdido a capacidade de utilizar alguns objetos de forma correta.

No final depois de cinco anos , a paciente entrou em óbito prostada no leito, com as pernas flexionadas na cama úmida (incontinência urinária ) com úlceras e pneumonia.

A autópsia apresentou atrofia cerebral sem lesões macroscópicas. Alzheimer relatou que ao exame a paciente apresentava declínio progressivo das funções cognitivas, sitomas focais, alucinações, ilusões e compromentimento psico-social.

Os sintomas pioram progressivamente comprometendo as funções mentais superiores. Perde-se mesmo dentro de casa e se esconde com medo de ser assassinada.

Na autopsia tornaram-se visíveis placas neuríticas, novelos neurofibrilares e alterações vasculares.